Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Ganhando pouco, trabalhamos todo o dia



Olá agradáveis amigos,

Como é que vão essas «cruzes»? Óptimo, é o que é preciso.
O quê? Deixem lá isso do Paulo Bento, a sério. Ele orienta-se num emprego futuro. Não há que preocupar.

Hoje abrimos com o hino dos funcionários da CM de Portimão. Ora, funcionários públicos a cantar não é, de todo, um cenário propício a grandes reflexões e, muito menos, algo que se recomende.
No entanto, e a julgar pelas visualizações do vídeo, parece que há muita boa gente que prefere este áudio em vez do som estridente do... «(...) venha ao Pingo Doce de Janeiro a Janeiro».

Eu faço parte dessa «boa gente». Gente mesmo boa, tão boa que até chateia.
Por agora, é tudo. É que parecendo que não, um hino não tem muita que se diga. Ainda se fossem iluminações de Natal, mas não, é só um hino. Se bem que as iluminações de Natal têm comigo uma relação de ódio-ódio que a cada ano parece piorar.

Saúdinha a todos.

Terça-feira, Novembro 03, 2009

As shotguns de Alvalade

Meus amigos,

Onde estavam no Domingo à noite? A dormir? Está mal.

A
quilo no Domingo em Alvalade é que foi. O epicentro da agitação pública em Portugal era em Alvalade. Para uma noite de Domingo não é muito normal. No entanto, estava tudo lá.
Aliás, quero aqui deixar o meu sentimento de profunda tristeza pelo facto de ter perdido aquele bonito espectáculo «bélico» entre os adeptos do Sporting que tinham como principal argumento as grades metálicas da entrada do estádio. Já, a polícia tinha... shotguns.

Claramente, um confronto desigual logo à partida.

Tiros, shotguns, muita bala para o ar, pancada à grande e para todos... Portanto, tudo normal para fim de jogo de futebol.

Motivo para tudo isto? Empate do Sporting com o Marítimo.

Ora, eu na qualidade de pessoa interessada na manutenção da ordem pública, sugiro que para o próximo jogo do Sporting em Lisboa sejam destacadas uma ou duas chaimites só para prevenir futuros combates de rua entre os adeptos do Sporting e a polícia. Uma chaimite (até pode ser aquela que aparece no filme «Capitães de Abril», desde que ande 2 metros é suficiente... só para intimidar), uma anti-aérea (não vão os adeptos Sportinguistas atacar a polícia pelos ares de Lisboa) e ainda - mesmo só para prevenir - um submarino perto do porto de Lisboa, não vá o diabo tecelas, e na verdade, é preciso dar uso a estes brinquedos do Paulo Portas que ameaçam ganhar ferrugem em breve. É que ferro em água... depois fica com aquela cor de.... ferrugem.

Era só isto.
Pode parecer desmedido, mas a prevenção não pode ser encarada de modo leve, até porque os adeptos do Sporting possuem grades metálicas com um alcance tremendo de... 1 metro e meio se o indivíduo vier a correr com ela na mão.

Até mais ver.

Domingo, Novembro 01, 2009

Nove milhões é gente a mais

Meus amigos,

Estão bons? É o que se quer.

Um «Olá» muito especial a aqueles que, como eu, ficaram a saber recentemente que são dispensáveis ao país. Ou seja, e trocando isto por impressões digitais mais populares, é a mesma coisa que dizer «Não fazem falta nenhuma a Portugal, seus palermas». No entanto, e pela minhas contas não estamos sozinhos nesta lista negra do país. Assim por alto, e não entrando em grandes reflexões matemáticas/estatísticas, na lista de pessoas que não são indispensáveis ao país estão nove milhões, novecentos e vinte oito mil cidadãos que são... dispensáveis ao bom funcionamento do país. Quando um número é colocado assim, até parece que somos mais, hã?

Ora, isso quer dizer que Portugal é capaz de funcionar muitíssimo bem apenas com 72000 pessoas? Pois, este será o número de pessoas indispensáveis ao país e como tal serão vacinadas contra a gripe A.

Até aqui tudo bem, excepto a parte de eu estar na lista de pessoas dispensáveis ao país, mas isso até é coisa que se pode tolerar. Contudo, o problema está quando aqueles que constam da lista de «pessoas indispensáveis» ao bom funcionamento de Portugal recusam-se a tomar a vacina. Pois, são indispensáveis ao país, mas recusam a tomar a vacina.

Motivo? Aparentemente não há motivo, é mesmo só para poderem dizer algo do género: «Eu sou indispensável a Portugal. Sim, pátria amada que por ti dou tudo. Posso tomar a vacina contra a gripe A, mas não a tomarei. Posso, mas não tomo. Não quero, já disse!»

Por aqui vemos que as mesmas pessoas que são indispensáveis ao país também são de uma gabarolice tremenda.

E agora, quem é palerma? Quem? Pois.

Por agora ficamos por aqui.
Tenham saúdinha porque se Portugal tiver que se livrar de alguém, nós somos os primeiros a ir à vida.

Quarta-feira, Outubro 28, 2009

Ela é mesmo jeitosa

Olá a todos.

Todos mesmo
.

Mas em especial a quem lê este blogue. São pessoas por quem eu nutro um sentimento que está longe de ser digitalizável. Só por causa disto já merecia que me enviassem umas lembranças, só para eu não me esquecer de vocês. Pode ser? Combinado.

Isto sem campanhas eleitorais não tem a mesma piada, pois não? O país até parece que não é o mesmo.

Então, já está tudo mais calmo com o Saramago? Hã?
Isto é que foi uma maluqueira durante esta última semana à volta do Saramago, da Bíblia e da teoria do «Saramax». Ora, vamos lá ver uma coisa, é mesmo preciso abrir os jornais televisivos durante 2 dias seguidos, com a notícia que envolve um idoso, um livro e a sua opinião?
Na dúvida, fui ver ao dicionário o que é que afinal quer dizer a palavra «opinião» receando eu que na definição do termo constasse algo que evolvesse «acto cuja condenação é obrigatória».

O que também causou barulho de fundo foi a opinião de um senhor de Aveiro, Ulisses Pereira do PSD, que defende que o Estádio Municipal de Aveiro, construído para o Euro-2004, deverá... ir abaixo.

Ora,... pois.
Mandar um estádio novo abaixo é muito bem pensado para um problema. Aliás, seguindo a óptica deste deputado do PSD, eu sugiro que a partir de agora, tudo que é problema em Aveiro, é implodir com ele. É mandar tudo abaixo em Aveiro. Tudo que for problema em Aveiro tem solução na colocação de 80 toneladas de dinamite na base e depois... boomm!

E depois, onde está o problema? Não está, foi pelos ares, explodiu.

Lá por fora agora, ok? Vamos lá.
O recente campeão do Mundo de Fórmula 1, Jenson Button, caso renove o título de campeão do mundo na próxima época, sobe ao altar. Ou seja, se Button se tornar bicampeão do mundo, a sua mais que tudo, Jessica Michibata irá subir ao altar. Caso contrário, nada feito.

E o que leva Button a casar? Para além do amor, ele refere que a Jessica é mesmo jeitosa. Ora, casar por amor é de homem, agora casar porque a namorada é «mesmo jeitosa» é que já não é para todos. E mais. Namoradas capazes de levar alguém ao altar já são poucas, muito menos são as «namoradas jeitosas» capazes disso. Mas, das jeitosas, mesmo.

Por hoje é capaz de ser tudo. Vou agora mesmo provocar uma mini-implosão no meu comando televisivo. Tenho um problema com o comando que me parece ser resolúvel com pilhas novas, mas pelo sim ou pelo não, vou explodir com ele.

Sábado, Outubro 24, 2009

Obama vai à guerra

Gosto particularmente deste dia.
É coisa para eu gostar mesmo. Também não há assim tanta coisa que me mereça esse sentimento.
Em ordem, é fim-de-semana a que se junta o facto de me darem mais uma hora esta noite. E parecendo que não, isso é extremamente importante para mim. Sempre almejo que o relógio, por vezes, rodasse os ponteiros em sentido inverso só para ver se é a mesma coisa.

Vamos falar de quê hoje? Hã?
Escolham lá vocês. Acho que nunca dei oportunidade de alguém escolher um tema para eu dizer umas quantas coisas sem interesse. Por isso, escolham lá e aproveitem que nem sempre estou assim.

Já escolheram? Foram rápidos. Deixem ver...
Escolheram o Obama!
Como é que eu fui acertar? Estou sempre a surpreender-me.

Então o Obama resolveu declarar uma guerra. Sim, exactamente leram bem. Obama, prémio Nobel da Paz declarou guerra. Aos americanos já não bastava a guerra no Iraque e Afeganistão e agora, Obama declara guerra à Fox News. A Casa Branca advoga que a Fox News faz opinião mascarada de notícias e que a tratará como um outro qualquer adversário à administração americana.

Ora, o que vem a ser isto?
"Opinião mascarada de notícias"? Onde raio já ouvimos isto?

"Jornal travestido" e "Opinião mascarada de notícias", querem ver que... Será que o Obama anda a seguir as políticas de José Sócrates em matéria de relacionamento com os jornalistas?

Não, não pode ser.

Até mais ver e atrasem lá os meninos uma hora.

Quinta-feira, Outubro 22, 2009

Elas eram 5


Cuidado.
Muito cuidado com elas.